segunda-feira, 19 de maio de 2008

E na hora do trabalho...

Por Felipe Suhre

São duas as perguntas mais freqüentes sobre roupas de trabalho: como ficar na moda sem ser inadequado e como ficar sério sem ficar careta demais. É importante perceber que os ambientes de trabalho, por mais que sejam descontraídos e informais, são lugares que exigem um comportamento específico, voltado para a funcionalidade, não para o oba-oba.


Os cuidados básicos para uma boa aparência são fundamentais e não exigem muitos recursos. Cabelos limpos e penteados, com um corte bacana, unhas limpas e aparadas, dentes escovados e hálito agradável são detalhes que fazem a diferença.

Segundo a consultora de moda Mariana Rocha, para passar seriedade, confiabilidade e respeito, blazeres, paletós, casacos e camisas são desejáveis, tanto para os homens, quanto para as mulheres. Tailleurs e ternos também. "É hora de aproveitar para explorar os coletes, que estão na moda", diz ela.


Para passar arrojo e ousadia, Mariana recomenda às mulheres, invistir em peças assimétricas ou de corte moderno, que acompanhem as últimas tendências. Vestidos clean, de corte geométrico, tecidos com texturas diferenciadas ou golas e decotes inovadores também transmitem a idéia de modernidade.


Mas a consultora enfatiza: "concentração, motivação e compromisso são os objetivos como profissionais. Então, se por acaso se sentir alguma vez inadequado na maneira que está vestido, concentre-se no trabalho e faça o melhor que você pode - no fundo, é o que realmente faz a diferença".

A moda é passageira...

Christiana Buffara


Você já parou pra pensar no caráter volúvel da moda?


A moda realmente é passageira. Pense bem, você passa por uma vitrine, encontra uma roupa linda e se apaixona por ela! Gasta uma grana num look up-to-date, sai da loja se sentindo o máximo. Aí, basta abrir uma revista de moda, dar de cara com uma daquelas matérias “IN-OUT” e seu guarda roupa inteiro parece estar arruinado!

Dá vontade de rir e de chorar, de nunca mais entrar numa loja ou de sair comprando tudo novo, de novo, não é mesmo? Mas temos que tomar cuidado... Pois ser fashion Victim também está totalmente OUT!

É bem verdade que a atmosfera em que vivemos acaba influenciando o nosso estilo e maneira de agir diante dos outros, mas não podemos perder a nossa essência! Nessas horas, lembremos de Coco Chanel: “Sou contra uma moda que não dure. É o meu lado masculino. Não consigo imaginar que se jogue uma roupa fora, só porque é primavera.”

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quarta-feira, 14 de maio de 2008

Celebrits fashion

Christiana Buffara


Marguerita Missoni e Julia Restoin Roitfelde são duas referências de herdeiras da elegância e estilo.

Não é para menos. Julia é filha de Carine Roitfeld, editora da Vogue Paris. Chique, elegante e super querida entre os designers e fotógrafos de moda, Júlia segue o mesmo estilo moderno e sofisticado de sua mãe, mas com seu próprio toque.

Marguerita Missoni é herdeira da famíla Missoni. Hoje trabalha na empresa e é a melhor representante do estilo Missoni nas festas do mundo da moda, não só por sua jovem beleza, mas por seu estilo pessoal que costuma exibir com seu guarda-roupas Missoni, é claro.


As revistas de moda já publicam freqüentemente os muitos looks destas duas meninas que são hoje referência de estilo para as publicações de moda. Vale ficar de olho! O que elas vestem são boas dicas para quem quer estar na moda.

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segunda-feira, 12 de maio de 2008

Um adorável reencontro

por Felipe Suhre

Para o texto de hoje, peço licença para utilizar a primeira pessoa. Preciso incluir um testemunho próprio nas linhas que seguem.

Morei durante 9 meses na Europa. Rodei por todos os cantos do Antigo Continente. Uma cena, dentre muitas outras, obviamente, pois por lá o que não é difícil é ter sua atenção desviada, me chamava atenção: mães que traziam seus filhos grudados ao corpo, através de uma"tira de pano", numa tentativa de imitar a sabedoria das mamães-cangurus. Achava o máximo. Além de parecer fashion e despojado, o que ficava mais evidente, era o fato do permanente contato entre mãe e filho. O que acho fundamental.

No último sábado, abro o Caderno Ela, do Jornal O Globo, verdadeiro Olimpo da moda carioca, ditador de tendências do nosso dia-a-dia, e quem está lá?O tal pano que as mamães européias tanto usavam. Adorei. Me senti amigo daquelas mulheres. E profundo conhecedor do assunto. Quase um profeta que já sabia daquilo tudo. Só não sabia o nome do utensílio. Se chama "Sling", como bem me informou o editorial daquele dia.

Bom, fiquei satisfeito em saber que a faixa que um monte de moderninhas já usavam por lá, aterrissa nos trópicos. Tenho certeza que será um sucesso. Apesar do calor infernal do nosso verão, no qual a mulherada tenta tirar tudo que é pano em excesso possível, o sling é a cara do Rio.

Acima, todos podem conferir uma foto do que promete fazer a cabeça, ou melhor, o colo das mamães brasileiras.


segunda-feira, 5 de maio de 2008

A moda de Carlos Tufvesson

por Felipe Suhre
Com mais de 60 pontos de venda no Brasil e exportando para 5 países diferentes, o estilista Carlos Tufvesson está realizando uma vontade antiga na coleção outono-inverno, falar sobre o universo da tatuagem. Quem o conhece sabe que ele não acredita em temas para as coleções e resiste à palavra tendência, por acreditar que suas criações são tão autorais e que existe um DNA comum a toda peça que sai do seu atelier.

Porém Tufvesson admite que a estação está levemente carregada de uma idéia comum, que o acompanha desde sua pós-graduação baseada em pintura corpórea dos índio, que a utilizavam como maneira de “fechar o corpo”.

Hoje vista como adorno pelo homem moderno, a tatuagem também encontra grande representatividade na cultura oriental, que aparece fortemente na coleção, através de belíssimas estampas criadas e interpretadas pelo reconhecido artista plástico carioca Lúcio Carvalho. "Fiz carpas,flores, dragões, gueixas, todos ícones da tradição japonesa. É uma verdadeira explosão de cores, na qual fui auxiliado pela tecnologia digital", diz o queridinho de celebridades como Juliana Paes e Cristhiane Torloni.

A laca surge nos tecidos encerados , principalmente na zibeline, que Tufvesson traz para o pret a porter desta vez. Os decotes foram acentuados em curvas , marcando sempre uma silhueta mais alongada e esguia, o que favorece o corpo de qualquer mulher. As cores transitam pelo Menta, Rosé, Violeta, Preto, Marrom, Ouro e Prata.

"Os volumes são amplos e generosos, num belo geometrismo anatômico favorecendo a liberdade e traduzindo o lifestyle da carioca. Afinal, moda é isso!", defende o estilista.
E aliás, reafirmando o amor pela Cidade Maravilhosa, Tufvesson, que vinha desfilando suas últimas coleções no São Paulo Fashion Week, anunciou hoje que está de volta às passarelas da Semana de Moda carioca. É só aguardar e aproveitar o que ele está preparando para o verão.

O conforto das sapatilhas!

Christiana Buffara


Do palco para as ruas, as sapatilhas vieram para ficar!


A atriz Audrey Hepbur, considerada a "musa das sapatilhas" era ainda uma jovem estrela de cinema quando, em 1957, popularizou o sapato de balé da marca Capézio.

Uma das principais lições que Audrey assimilou de seu estilista favorito, o francês Givenchy, é que "a simplicidade é a essência de uma moda atemporal".

A verdade é que ninguém pode discutir o conforto que é vestir uma sapatilha nos pés e sair por ai... Fora que elas nos deixam elegantes, estão nos pés de mulheres altas, de estatura média e até das mais baixinhas. Têm lugar garantido de dia, ideais para quem anda na correria e até mesmo podem ser usadas à noite! Entretanto, à noite, devem se restringir a eventos e festas mais informais, onde dão à mulher um charme descolado, com jeito de quem agrada sem fazer esforço...

Aproveite alguma noite que o programa for mais descontraído e experimente sair para dançar de sapatilha!


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A Arte de Pular o Muro

Stephanie Avelar

Rabiscos, apelidos, desenhos e a aparente “sujeira” que costumava cobrir os muros de toda e qualquer cidade foram dando lugar a uma nova arte, o grafite.

Inicialmente restrito aos “grandes murais” das ruas e esquinas, o grafite foi ganhando o seu espaço e hoje é uma tendência na decoração de lojas e apartamentos.

“Quando se descobriu que qualquer superfície aceita bem a tinta, acabou-se com qualquer fronteira que existia. Seja de classe social ou local de trabalho. Já pintei quarto na favela, sala de playboy e fiz logo na sala de entrada de uma agência de comunicação”, conta o designer e grafiteiro Lui.

A nova arte cresceu e apareceu. Das ruas para as casas foi um pulo. E entre esse salto, não faltaram exposições, encontros e conferências sobre o melhoramento e aprimoramento do Grafite.

"O grafite se transformou em uma arte que hoje conta com profissionais especializados e preparados exclusivamente para realização deste tipo de trabalho. Usando tintas, sprays e stencils cada vez melhores, este é, sem dúvida, um segmento que não vai parar de crescer”, analisa o arquiteto Marcelo Braga.

As ruas não deixaram de ser as queridinhas dos grafiteiros, mas ao invés de ser sua única opção, passou a ser um grande outdoor, a melhor opção de divulgar seu trabalho; “Na rua qualquer um te observa. Comecei no grafite sem imaginar ganhar dinheiro com isso e até hoje gosto de fazer minhas artes por prazer, o que é o caso do que está na rua. E são nessas horas que rola uma oportunidade de alguém te ver pintando e te chamar pra fazer na casa ou no estabelecimento que possui”, explica Lui.

Grafiteiro, designer e dono de loja, Marcelo Macedo explica que a personalização de um ambiente, podendo ser transformado em algo que tenha a “cara do dono” é o maior motivo dessa expansão. “Se você curte o estilo de um determinado artista, acha que ele pode fazer um desenho que supra sua imaginação e ainda por cima pode levar isso pra dentro da sua casa por um preço acessível, porque não fazer?”, decreta Mack, como é conhecido no meio do Grafite.

“Quando uma pintura vem pra somar, será bem-vinda em qualquer lugar. E as pessoas estão reconhecendo isso”, finaliza Luiz Azevedo, o Lui.